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KESSLER: Orbital Incremental
Tudo o que você precisa para escrever sobre o jogo ou fazer a cobertura. Todo o material pode ser usado livremente em matérias, análises e vídeos sobre KESSLER.
Descrição
1983: um satélite assassino é colocado em órbita e depois esquecido. 2041: ele desperta, e tudo o que gira em torno da Terra vira alvo. Um tiro, uma nuvem de detritos, uma reação em cadeia. Um jogo incremental em pixel art em que é você quem desencadeia a síndrome de Kessler.
Sobre o jogo
1983. Um satélite soviético ultrassecreto, KESSLER-1, é colocado em órbita com uma única ordem: negar o céu. A guerra acaba, o departamento fecha e ninguém se lembra de enviar a ordem de parada.
2041. O céu está lotado. E algo muito antigo acaba de despertar.
Um canhão, uma pequena bateria e milhares de alvos. Cada satélite atingido explode em detritos. Cada detrito atinge outro. E a órbita começa a se despedaçar sozinha.
Mire, atire e observe. Os fragmentos voam em velocidade orbital e destroem tudo pelo caminho. Entre uma passagem e outra, KESSLER-1 é reequipado em sua baia de manutenção: dezenas de melhorias em cartões perfurados e modificadores de disparo para escolher, de raios em cadeia a detritos incendiários. A cada Alcance ampliado, você sacrifica tudo para chegar a uma órbita mais alta, dos 400 km até a órbita geoestacionária e a estação espacial Concorde.
Lá embaixo, há quem tente falar com você: o controle de tráfego espacial, uma equipe universitária que acabou de perder seu CubeSat, o velho engenheiro que soldou seus giroscópios, um sistema de retaliação de 1985. Suas respostas mudam o resto da órbita, e a última de todas decide como o mundo acaba.
A síndrome de Kessler é um cenário real, proposto em 1978 pelo cientista da NASA Donald J. Kessler: acima de certa densidade, as colisões entre objetos em órbita geram detritos que causam novas colisões, até que algumas órbitas se tornem inutilizáveis.
Destaques
- Um jogo incremental completo de cerca de 4 horas, com dois finais
- Cada fragmento é um projétil: os detritos mantêm sua velocidade orbital e atingem tudo o que cruza seu caminho
- Quatro órbitas, dos 400 km até a órbita geoestacionária a 35.786 km, cada uma um ciclo de prestígio
- Melhorias em cartões perfurados e oito modificadores de disparo para escolher e combinar
- Transmissões vindas da Terra, com escolhas que mudam a partida
- Pixel art 640×360 desenhada à mão, numa paleta rígida de 35 cores, exibida com precisão de pixel
- Uma história de abertura contada em pranchas de pixel art no estilo dos anos 1990 e um telex seco e irônico
- Demo gratuita, conquistas da Steam, interface em 30 idiomas
Trailers
- Trailer de gameplay
Baixar - Trailer de gameplay · 4K · English
Baixar - Trailer de gameplay, sem texto
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As versões sem texto não têm títulos nem texto na tela final, para você fazer suas próprias edições.
Capturas de tela
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Clipes animados
Loops curtos de gameplay sem som, em WEBM (VP9) 1232×308, como os usados na página da Steam.
Idiomas
Inglês, francês, alemão, italiano, espanhol (Espanha), espanhol (América Latina), português (Brasil), português (Portugal), holandês, dinamarquês, sueco, norueguês, finlandês, polonês, tcheco, húngaro, romeno, búlgaro, russo, ucraniano, grego, turco, indonésio, malaio, vietnamita, tailandês, japonês, coreano, chinês simplificado, chinês tradicional.
Sobre a Periapsis Works
A Periapsis Works é um estúdio independente de dois desenvolvedores, fundado em 2026. Cria jogos originais no gênero que melhor combina com cada ideia, além de jogos sérios e projetos com parceiros.
Logotipos e ficha do estúdio: periapsisworks.com/press.
Contato
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